"É CLARO QUE, COMO TODO ESCRITOR, TENHO A TENTAÇÃO DE USAR TERMOS SUCULENTOS: CONHEÇO ADJETIVOS ESPLENDOROSOS, CARNUDOS SUBSTANTIVOS E VERBOS TÃO ESGUIOS QUE ATRAVESSAM AGUDOS O AR EM VIAS DE AÇÃO, JÁ QUE A PALAVRA É AÇÃO, CONCORDAIS?" CLARICE LISPECTOR - "A HORA DA ESTRELA"
terça-feira, fevereiro 04, 2014
Problema de Ronaldo na decisão e mentiras na campanha marcam a derrocada
segunda-feira, janeiro 06, 2014
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segunda-feira, março 18, 2013
Copa pode dar certo por razões erradas, diz especialista em logística
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quinta-feira, dezembro 08, 2011
Romário sugere intervenção federal na CBF
DE BRASÍLIA
"A partir do momento que se comprove, legalmente, que existem coisas que estão totalmente fora da nossa legislação, eu tiraria o presidente da CBF [Ricardo Teixeira] e colocaria... O governo federal colocaria um presidente", sugeriu Romário.
O político, ex-jogador de futebol, falou sobre o assunto no programa "Poder e Política - Entrevista", conduzido pelo jornalista Fernando Rodrigues no estúdio do Grupo Folha em Brasília. O projeto é uma parceria do UOL e da Folha.
O presidente da CBF está ameaçado de ser expulso da Fifa se for comprovado que recebeu suborno. Segundo a BBC, empresa jornalística estatal do Reino Unido, Teixeira teria recebido US$ 9,5 milhões em propinas. Ele nega a acusação.
Romário também criticou a organização da Copa do Mundo de 2014. Disse que pretende apresentar emenda à Lei Geral da Copa para reduzir os preços dos ingressos de arquibancadas para brasileiros para R$ 75. Ele também afirmou que
apoia a liberação de venda de álcool durante os jogos da Copa, desde que a Fifa se responsabilize por eventuais prejuízos que isso possa causar.
Sobre a entrada de Ronaldo, ex-colega de profissão, para o COL (Comitê Organizador Local) da Copa, Romário disse enxergar "um conflito 100% de interesses". Mas contemporizou: "Pelo que eu ouvi, ele se desligaria de alguns determinados contratos que ele tem, que conflitariam com o COL".
A seguir, trechos em vídeo da entrevista de Romário. Mais abaixo, vídeo com a íntegra da entrevista. A transcrição está disponível em texto.
quarta-feira, setembro 14, 2011
Cinco aeroportos não começaram obras para a Copa, indica balanço do governo
Camila Campanerut
Em Brasília (DF) *
Um dado preocupante marcou a divulgação do primeiro balanço das ações do Brasil para a Copa do Mundo-2014: cinco dos 13 aeroportos das cidades-sedes para o Mundial ainda não iniciaram as obras. Belo Horizonte, Fortaleza, Manaus, Recife e Salvador são as cidades que ainda não tiraram do papel as obras nos aeroportos.
O balanço sobre a preparação brasileira para a Copa foi divulgado em Brasília pelos ministros do Esporte, Orlando Silva, do Planejamento, Miriam Belchior, das Cidades, Mário Negromonte, da Secretaria de Portos, Leônidas Cristino, e da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt.
“Depois de estádios, aeroporto é o assunto mais delicado. Estádio e aeroporto compõem os dois pilares essenciais para o sucesso do mundial”, alertou o ministro Orlando Silva.
O sistema de transporte é no momento o grande gargalo na organização da Copa. As 49 obras dentro do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) selecionadas entre as que proporcionaram maior mobilidade urbana, apenas em cinco das 12 cidades-sede iniciaram suas obras. “A mobilidade será o maior legado da Copa”, destacou, no entanto, o ministro Orlando Silva durante a apresentação do evento.
Já a situação dos estádios parece ser um pouco mais tranquila. Todas as 12 arenas que serão utilizadas na Copa-2014 já tiveram suas obras iniciadas. A previsão do governo é de que nove delas sejam concluídas até o final de 2012 e as restantes, de Manaus (AM), São Paulo (SP) e Natal (RN), até o fim de 2013. O apoio financeiro para as realizações partiu principalmente do BNDES, que ofereceu uma linha de financiamento que chega a R$ 400 milhões. Os contratos assinados totalizam R$ 2,3 bilhões.
quinta-feira, janeiro 13, 2011
QUEM QUER SER SUBSEDE?
*Em tempos de chuva, o Comitê Organizador está levando o clima em conta. Quer saber de cada cidade índices médios de umidade, precipitação e temperatura desde 2007.
*O COL exige que o hotel que receberá cada uma das 32 seleções tenha, no mínimo, três estrelas e 55 quartos.
*O COL também quer saber qual o piso do entorno do hotel (ou seja, se é de asfalto, paralelepípedo, terra batida, etc…) e quantos funcionários falam inglês, espanhol, francês e alemão.
Por Lauro Jardim