Do UOL, em São Paulo
http://esporte.uol.com.br/tenis/ultimas-noticias/2013/01/25/agassi-exalta-novak-djokovic-e-diz-que-so-ganharia-do-servio-se-brigasse-nos-vestiarios.htm
"É CLARO QUE, COMO TODO ESCRITOR, TENHO A TENTAÇÃO DE USAR TERMOS SUCULENTOS: CONHEÇO ADJETIVOS ESPLENDOROSOS, CARNUDOS SUBSTANTIVOS E VERBOS TÃO ESGUIOS QUE ATRAVESSAM AGUDOS O AR EM VIAS DE AÇÃO, JÁ QUE A PALAVRA É AÇÃO, CONCORDAIS?" CLARICE LISPECTOR - "A HORA DA ESTRELA"
O lutador Marcelo Gomes já não é chamado pelo nome de batismo normalmente, já que no esporte só é lembrado por colegas e imprensa como “Zulu”. Desde 2004, no entanto, ele virou Zulu BBB, por sua participação no reality show homônimo da Globo. De olho nas Olimpíadas de Londres, em 2012, o brasileiro fala sobre a relação que tem com a atração de TV e promete se manter longe do MMA até saber se vai ou não para a principal competição multi-esportiva do mundo.
Zulu apareceu no Big Brother Brasil em 2004, na quarta edição do programa. Antes disso, já era lutador profissional e campeão brasileiro na modalidade greco-romana, que disputa até hoje. Mesmo assim, sofreu no início por ser lembrado do reality a todo momento durante as competições.
“No início me incomodava um pouco, eu até tentei me desvincular. Porque isso tira um pouco o seu crédito. Parece que você virou atleta depois que saiu do BBB, o que não é verdade. Depois do Pan de 2007, isso mudou um pouco. Hoje eu nem ligo mais. Virou sobrenome mesmo”, disse Zulu.
O lutador, que nasceu em Niterói, no Rio de Janeiro, vive uma rotina intensa de treinamentos desde o começo deste ano, acredita ter futuro no MMA. O vale-tudo está muito mais desenvolvido no país e oferece a possibilidade de uma carreira mais sólida, inclusive financeiramente. Zulu soma oito lutas e sete vitórias na modalidade, mas já a descartou até acabar com todas as suas chances de ir a Londres.
“Eu estou com 30 anos. Não vou conseguir chegar bem no Rio de Janeiro, em 2016. Então vou focar a Olimpíada do ano que vem, que é o meu sonho. Até lá não vou ter tempo para o MMA. Vou seguir nessa rotina louca de emendar Rio de Janeiro e outros países fazendo clínica, sem ter nem casa para morar”, disse aos risos o lutador, que fixou residência em Curitiba, no Paraná.
A briga por uma vaga olímpica começa no ano que vem. Após duas seletivas mundiais, que começam em março, os brasileiros ainda poderão buscar sua última chance na seletiva americana, que vai escolher dois, e não um atleta, como faz normalmente.
“Vai ser o dobro de chance. Depois disso eu vou reavaliar a carreira”, disse Zulu.
Uma semana depois de queimar a largada dos 100 m rasos e ser eliminado da prova na qual era o recordista e campeão mundial, o jamaicano Usain Bolt se redimiu neste sábado e venceu os 200 m rasos com a marca de 19s40 pelo Mundial de atletismo em Daegu, na Coreia do Sul.
O jamaicano disparou no início da prova e não deu chances para que os rivais pudessem alcançá-lo. Mesmo com a vitória tranquila, Usain Bolt não conseguiu se aproximar de sua melhor marca, que é o recorde mundial, de 19s19.
“Estou contente, eu ainda sou o melhor”, comemorou Bolt após vencer. “Mas falhei um escalão para ser uma lenda”, completou o jamaicano em referência à desclassificação nos 100 m no último domingo.
Depois de ter saído revoltado nos 100 m com a desclassificação, o jamaicano voltou a dançar e fazer sua festa ao bater o norte-americano Walter Dix, que terminou com 19s70, e o francês Christophe Lemaitre, que fez 19s80.
O brasileiro Bruno Lins disputou a final e chegou a estar na quarta colocação antes da curva, quando não conseguiu manter o ritmo e terminou na sexta colocação da prova ao fazer a marca de 20s31.
"Os resultados foram melhorando, meu objetivo era correr bem. Queria ter ido melhor ainda para tentar o pódio, mas corri bem, estou contente, fiz o meu melhor. Peço desculpas porque queria ter ido melhor. A minha curva não foi tão boa, mas fico contente. Fui bem guerreiro e no próximo mundial vou brigar por medalha com certeza", afirmou o brasileiro Bruno Lins ao Sportv.
Após amargar os últimos anos no papel de coadjuvante, o bombástico empresário promotor americano Don King retoma hoje seu lugar sob os holofotes ao promover uma maratona de títulos mundiais no Missouri (EUA).
Abre a programação, que não terá preliminares, quatro disputas de cinturões mundiais. Uma delas, que vale o título ''de prata'' dos pesados, funciona, na prática, como uma eliminatória pelo cinturão dos pesos-pesados.
Na luta de fundo, o argentino Lucas Matthysse, um demolidor com 26 nocautes em 28 vitórias, pega o ex-campeão mundial Devon ''The Great'' Alexander, dos EUA.
A programação passa a ser transmitida, ao vivo para o Brasil, neste sábado à noite, a partir das 22h45, pelo canal ESPN.
Além da luta de fundo, a ESPN exibe a eliminatória dos pesados Bermaine Stiverne e Ray Austin e a defesa do título meio-pesado de Tavoris Cloud contra Yusaf Mack, o primeiro do ranking.
A última aparição de King foi ao lado do nicaraguense Ricardo ''El Matador'' Mayorga que confirmou o papel de azarão ao desafiar Miguel Cotto, pupilo de Bob Arum, um dos maiores rivais de King, ao perder por nocaute.
Outra aparição, discreta, de King este ano foi no torneio eliminatório de galos.
Para encaixar seu atleta, Joseph King Kong Agbeko no torneio, King teve de pedir à rede de TV que fez o evento. E amargou ter de dividir o palco com outros promotores: Oscar ''Golden Boy'' De La Hoya, Gary Shaw e Thompson Boxing Promotions.
Mas hoje, Don King volta a ser a figura central em uma promoção com aquela que era a sua marca registrada há alguns anos: a maratona de combates por cinturões.
''Significa muito para mim comemorar 80 anos [ainda este ano] e ter um presente de aniversário como esse. Você põe esses jovens juntos e dá uma oportunidade para eles se apresentarem para o mundo'', comemora King. ''Apenas na America [isso é possível], apenas na America.''
"O Romário, como jogador, sempre foi lembrado por ser uma pessoa bem-humorada. O Romário, como deputado federal, continua bem-humorado... Eu tenho a questão da crença religiosa muito séria para mim", disse Silva Jr. durante o evento "Confea/Crea em Campo" no Memorial da América Latina, em São Paulo, que contou com o prefeito Gilberto Kassab (PSD).
A capital paulista recebe a 11ª audiência pública sobre a Copa -2014 promovida pelos conselhos federal e regional de engenharia, arquitetura e agronomia.
"Pelo que estou vendo, as coisas não vão acontecer. Vai ter a Copa, mas infelizmente teremos problemas e não vai ser a melhor de todos os tempos. Vou te falar uma verdade: os evangélicos acreditam que Jesus vai voltar. Só ele para fazer com que o Brasil faça a melhor Copa. Se ele descer nos próximos três anos, aí será possível", declarou o parlamentar do PSB-RJ, autor do convite para que o presidente da CBF e do COL (Comitê Organizador Local), Ricardo Teixeira, vá à Câmara explicar as denúncias de cobrança de propina e o aumento do custo na construção e reforma dos estádios.
SIGILO
Questionado sobre a polêmica do sigilo no orçamento das obras da Copa de 2014 e da Olimpíada de 2016, um dia após o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), defender a derrubada do artigo da medida provisória aprovada pela Câmara, o ministro disse que vai procurar o senador para "ofertar a ele todas as informações sobre o tema".
"Respeitamos os poderes da República, é legítimo. O Congresso é autônomo, mas o papel do governo é avançar na preparação destes eventos", completou.
"O debate hoje está sendo baseado numa premissa falsa, que só interessa à oposição", concluiu ele, que garante que todos os órgãos de controle terão acesso aos dados a qualquer momento. "O sigilo é só durante o durante o processo de licitação".
A declaração de Romário está na entrevista feita por Filipe Coutinho com o ex-jogador, publicada pela Folha nesta segunda-feira. A íntegra da entrevista está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.
"Pelo que estou vendo, as coisas não vão acontecer. Vai ter a Copa, mas infelizmente teremos problemas e não vai ser a melhor de todos os tempos. Vou te falar uma verdade: os evangélicos acreditam que Jesus vai voltar. Só ele para fazer com que o Brasil faça a melhor Copa. Se ele descer nos próximos três anos, aí será possível", declarou Romário.
Na entrevista, Romário diz que tem apenas um relação cordial com Ricardo Teixeira e sugere que o cartola deixe a organização da Copa.
Leia mais na Folha desta segunda que já está nas bancas.





