Das agências internacionais
Em Paris (FRA)
A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) e a associação das equipes da Fórmula 1 (Fota) se reuniram nesta quarta-feira em Paris e chegaram a um acordo que vai assegurar a permanência da categoria nos moldes atuais.
Ficou acertado que, em 2010, o Mundial terá as mesmas regras deste ano, e a polêmica medida do teto orçamentário de US$ 65 milhões para as equipes foi suspensa. Este era o principal ponto de discordância entre Fota e FIA.
Pivô da crise, o presidente da FIA, Max Mosley, anunciou que chegou a um acordo de corte de custos com a Fota para prevenir o racha entre as equipes e a Fórmula 1. Os times já tinham até divulgado um calendário para uma categoria alternativa em 2010.
"Não haverá separação, e acontecerá um campeonato único em 2010. Chegamos a um acordo sobre a redução dos custos", explicou Mosley. "Haverá só um campeonato de Fórmula 1, mas o objetivo será voltar aos níveis de despesa que tínhamos em 1990 nos próximos dois anos", completou o dirigente logo após o término da reunião do Conselho Mundial da FIA.
Presidente da FIA desde 1993, Mosley desistiu dos planos de se perpetuar no comando e mudou o discurso. "Agora vamos ter paz", declarou Mosley, ao anunciar a desistência dos seus planos de reeleição. Até a divulgação dos planos da Fórmula 1 paralela, o dirigente se mostrava disposto a defender com todas as forças o novo teto de orçamento para as equipes, motivo do impasse.
Descontentes com as novas regras e o teto orçamentário, oito equipes ameaçaram um racha na Fórmula 1. Ferrari, McLaren, BMW, Renault, Toyota, Red Bull, Toro Rosso e Brawn GP chegaram a organizar um campeonato paralelo para a próxima temporada. Mas as equipes também confirmaram que não haverá nenhuma categoria rival em 2010.
O anúncio de um calendário paralelo aconteceu um dia antes do acordo, que até então parecia distante. Enquanto Mosley reafirmava a importância do teto orçamentário e planejava se reeleger para dar sequência aos seus planos, as equipes, lideradas pelo presidente da Ferrari, Luca di Montezemolo, não se conformavam com as novas regras propostas.
As medidas foram apresentadas após reunião do Conselho Mundial da FIA em março deste ano. Além do teto orçamentário, também era prevista uma mudança no sistema de pontuação, definindo o campeão por número de vitórias.
As alterações seriam válidas já para 2009, mas já naquela ocasião as equipes se revoltaram e pressionaram a FIA até que Mosley cedesse e adiasse seus planos. Mas, já pensando em 2010, os times se articularam para derrubar o polêmico teto orçamentário, e só conseguiram depois de já terem organizado uma categoria paralela.
Com o acordo, o Grande Prêmio do Brasil está a salvo, já que o calendário alternativo apresentado pela Fota não incluía a corrida de Interlagos, ao mesmo tempo em que acrescentava circuitos não mais utilizados, como o da Argentina e o de Adelaide, na Austrália.
De acordo com o site Autosport, o acerto entre as partes começou a ser esboçado antes da reunião desta quarta-feira em Paris. O detentor dos direitos comerciais da Fórmula 1, Bernie Ecclestone, teria se reunido já na noite de terça-feira com Mosley e Montezemolo para começar a resolver a crise.
"É CLARO QUE, COMO TODO ESCRITOR, TENHO A TENTAÇÃO DE USAR TERMOS SUCULENTOS: CONHEÇO ADJETIVOS ESPLENDOROSOS, CARNUDOS SUBSTANTIVOS E VERBOS TÃO ESGUIOS QUE ATRAVESSAM AGUDOS O AR EM VIAS DE AÇÃO, JÁ QUE A PALAVRA É AÇÃO, CONCORDAIS?" CLARICE LISPECTOR - "A HORA DA ESTRELA"
quarta-feira, junho 24, 2009
terça-feira, junho 23, 2009
Categoria paralela criada pelas equipes não tem planos de fazer corrida no Brasil
Cidades que não recebem a Fórmula 1 há mais de dez anos como Buenos Aires, na Argentina; e Adelaide, na Austrália, aparecem na lista
GLOBOESPORTE.COM
Berlim, Alemanha
A partir de 2010, o Brasil pode ficar sem contar com a presença de visitantes ilustres como Ferrari, McLaren, Fernando Alonso, Lewis Hamilton, Sebastian Vettel entre outros. Segundo informação da agência alemã “SID”, a Associação dos Times da Fórmula 1 (Fota) já tem uma lista de possíveis autódromos para receber o campeonato independente que poderá ser criado. Nenhum circuito brasileiro consta desta lista.
Algumas pistas que já receberam a Fórmula 1 no passado e que não fazem mais parte do calendário da categoria há algum tempo, como Oscar Gálvez, em Buenos Aires; Hermanos Rodriguez, na Cidade do México; Adelaide, na Austrália; Ímola, na Itália; estariam cotadas para receber corridas do campeonato da Fota.
Atualmente, o único circuito brasileiro que poderia receber uma das 17 etapas da categoria paralela é o Autódromo de Interlagos, mas por ter contrato com a Formula One Management (FOM), empresa de Bernie Ecclestone que detém os direitos comerciais da Fórmula 1, não foi considerado.
Confira o calendário provisório do campeonato da FOTA:
GLOBOESPORTE.COM
Berlim, Alemanha
A partir de 2010, o Brasil pode ficar sem contar com a presença de visitantes ilustres como Ferrari, McLaren, Fernando Alonso, Lewis Hamilton, Sebastian Vettel entre outros. Segundo informação da agência alemã “SID”, a Associação dos Times da Fórmula 1 (Fota) já tem uma lista de possíveis autódromos para receber o campeonato independente que poderá ser criado. Nenhum circuito brasileiro consta desta lista.
Algumas pistas que já receberam a Fórmula 1 no passado e que não fazem mais parte do calendário da categoria há algum tempo, como Oscar Gálvez, em Buenos Aires; Hermanos Rodriguez, na Cidade do México; Adelaide, na Austrália; Ímola, na Itália; estariam cotadas para receber corridas do campeonato da Fota.
Atualmente, o único circuito brasileiro que poderia receber uma das 17 etapas da categoria paralela é o Autódromo de Interlagos, mas por ter contrato com a Formula One Management (FOM), empresa de Bernie Ecclestone que detém os direitos comerciais da Fórmula 1, não foi considerado.
Confira o calendário provisório do campeonato da FOTA:
Buenos Aires - Argentina
Cidade do México - México
Jerez de la Frontera - Espanha
Monte Carlo - Mônaco
Monza - Itália
Ímola - Itália
Cingapura
Suzuka - Japão
Montreal - Canadá
Silverstone - Inglaterra
Portimão - Portugal
Adelaide - Austrália
Surfers' Paradise - Austrália
Indianápolis - EUA
Magny Cours - França
Abu Dhabi - Emirados Árabes Unidos
Lausitzring - Alemanha
Helsinque - Finlândia
segunda-feira, junho 22, 2009
Escolhida a mascote da Capital Brasileira da Cultura
"Coreira do Tambor de Crioula", da artista plástica Deuza Santos, foi a proposta vencedora
SÃO LUÍS - A Fundação Municipal de Cultura realizou domingo, 21, no Memorial Maria Aragão, a apuração da eleição para escolha da mascote da Capital Brasileira da Cultura 2009.
Com 1.292 votos (41,89%) a proposta "Coreira do Tambor de Crioula", da artista plástica Deuza Santos, saiu vencedora.
Em segundo lugar, com 832 votos (26,95%), ficou a proposta "Azulejo Estlizado", da artista plástica Marlene Barros.
Em terceiro e quarto lugar ficaram, respectivamente, as propostas "Caboclo de Pena" e "Cazumbá".
A consulta popular durou cerca de 17 dias e aconteceu através de votação numa urna localizada no Arraial da Praça Maria Aragão, onde os frequentadores puderam escolher. Um público de 3.087 pessoas participou do pleito.
SÃO LUÍS - A Fundação Municipal de Cultura realizou domingo, 21, no Memorial Maria Aragão, a apuração da eleição para escolha da mascote da Capital Brasileira da Cultura 2009.
Com 1.292 votos (41,89%) a proposta "Coreira do Tambor de Crioula", da artista plástica Deuza Santos, saiu vencedora.
Em segundo lugar, com 832 votos (26,95%), ficou a proposta "Azulejo Estlizado", da artista plástica Marlene Barros.
Em terceiro e quarto lugar ficaram, respectivamente, as propostas "Caboclo de Pena" e "Cazumbá".
A consulta popular durou cerca de 17 dias e aconteceu através de votação numa urna localizada no Arraial da Praça Maria Aragão, onde os frequentadores puderam escolher. Um público de 3.087 pessoas participou do pleito.
terça-feira, junho 16, 2009
'A crise é do Senado, não é minha', diz Sarney
Presidente do Senado discursou nesta terça-feira (16) em plenário.
Ele disse que desde que assumiu só tentou resolver problemas da Casa.
Eduardo Bresciani
Do G1, em Brasília
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), iniciou seu pronunciamento nesta terça-feira (16) no plenário afirmando não ser o culpado pela crise administrativa na Casa. Sarney afirmou que os problemas são de toda a Casa e não relativos a sua pessoa.
“A crise do Senado não é minha. A crise é do Senado e é esta instituição que nós devemos preservar”, disse Sarney.
Ele afirmou que nos quatro meses do seu mandato atual na presidência do Senado só trabalhou para resolver os problemas administrativos da Casa. Citou a questão das horas extras, das passagens aéreas, entre outras denúncias.
Enumerou também algumas providências que já foram tomadas, como cortes de verbas, normas sobre divulgação eletrônica, restrições de seminários, congressos, e outros tipo de reuniões que segundo ele estavam servindo de abuso no Senado e a extinção de várias diretorias, comissões especiais e secretarias da Casa. Contudo, não anunciou novas medidas.
Ele disse que desde que assumiu só tentou resolver problemas da Casa.
Eduardo Bresciani
Do G1, em Brasília
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), iniciou seu pronunciamento nesta terça-feira (16) no plenário afirmando não ser o culpado pela crise administrativa na Casa. Sarney afirmou que os problemas são de toda a Casa e não relativos a sua pessoa.
“A crise do Senado não é minha. A crise é do Senado e é esta instituição que nós devemos preservar”, disse Sarney.
Ele afirmou que nos quatro meses do seu mandato atual na presidência do Senado só trabalhou para resolver os problemas administrativos da Casa. Citou a questão das horas extras, das passagens aéreas, entre outras denúncias.
Enumerou também algumas providências que já foram tomadas, como cortes de verbas, normas sobre divulgação eletrônica, restrições de seminários, congressos, e outros tipo de reuniões que segundo ele estavam servindo de abuso no Senado e a extinção de várias diretorias, comissões especiais e secretarias da Casa. Contudo, não anunciou novas medidas.
segunda-feira, junho 15, 2009
Megan Fox aparece com vestido ousado em premiere de 'Transformers'
terça-feira, junho 09, 2009
Playboy de Francine traz sensualidade e "jeito brasileiro"

As fotos de Francine na Playboy tentam mostrar sua identificação com o estilo de vida dos brasileiros. Em uma das fotos, a ex-sister aparece sentada em um balde, relembrando um momento que teve na casa com Max.
"No sorteio, acabamos caindo no lado mais carente do BBB. Não tínhamos direito a nenhuma regalia, muito menos a uma piscina maneira como a que o pessoal do lado A usava", falou sobre o momento que teve que se refrescar fazendo uso da bacia.
Nas fotos, contudo, Fran não deixou de mostrar toda sua sensualidade. Em uma das imagens, ela aparece chupando o dedo.
quinta-feira, junho 04, 2009
Vigília em Hong Kong lembra 20 anos do massacre da Praça da Paz Celestial
Manifestantes fazem vigília em memória das vítimas do massacre da Praça da Paz Celestial nesta quinta-feira (4) em Hong Kong. A China voltou a sofrer pressão internacional para esclarecer a repressão ao movimento pró-liberdade de 1989. (Foto: AP) Vigília em Hong Kong lembra 20 anos do massacre da Praça da Paz Celestial
Cerca de cem mil pessoas se reuniram nesta quinta-feira (4) no Parque Victoria, em Hong Kong, para lembrar os 20 anos da violenta repressão aos protestos da Praça da Paz Celestial.A vigília à luz de velas em Hong Kong foi o único evento realizado na China para lembrar os acontecimentos de 1989.
Correspondentes dizem que a vigília é realizada anualmente, mas o evento atraiu uma multidão muito maior neste ano.
O número de pessoas foi tão grande que algumas das ruas mais movimentadas da cidade tiveram que ser fechadas.
Censura
Hong Kong é o único lugar da China onde o aniversário de 20 anos dos confrontos da Praça da Paz Celestial é lembrado e discutido abertamente.
O governo, porém, barrou a entrada de dissidentes que viajariam a Hong Kong para participar dos eventos de lembrança da data.
Hong Kong tem a tradição de ser o lugar mais livre da China porque Pequim não pode censurar o conteúdo que é veiculado pela imprensa local.
Comandado pela Grã-Bretanha até 1997, o território foi devolvido aos chineses sob a condição de que, por 50 anos, as liberdades individuais fossem respeitadas como determina a lei britânica.
Por causa desse acordo, a imprensa de Hong Kong não precisa responder ao Ministério da Propaganda, que regula as notícias publicadas na China.
Os livros didáticos da região autônoma também não suprimem o episódio da Praça da Paz Celestial, que é tabu nas escolas do governo comunista.
Em Hong Kong, o debate sobre os 20 anos dos confrontos entre estudantes e governo está muito vivo e tem dominado as páginas dos jornais.
Na capital chinesa, a polícia impediu o acesso à Praça Celestial, para impedir eventuais manifestações.
Dissidentes disseram ter recebido a recomendação de deixar Pequim às vésperas do aniversário. Correspondentes dizem que policiais à paisana vigiam possíveis manifestações em universidades.
1989
Em 1989, inúmeros estudantes e populares ocuparam a praça no centro de Pequim para reivindicar mudanças democráticas.
O governo chegou a negociar com os estudantes, mas mudou de posição por temer que sua liderança pudesse ser comprometida e entrou em confronto com os manifestantes.
A imagem de um manifestante, até hoje anônimo, tentando conter o avanço de tanques circulou o mundo e se tornou um símbolo do episódio.
A ONG de defesa dos direitos humanos Anistia Internacional afirma que até 200 pessoas permanecem presas por causa dos eventos de 1989.
Estima-se que centenas de pessoas morreram na repressão aos protestos, mas a China nunca divulgou o número oficial de mortos do que diz ter sido um movimento contrarrevolucionário.
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