sexta-feira, julho 26, 2013

Saída da Ferrari pode ser fim da carreira na F1 para Massa

http://amigosdavelocidade.uol.com.br/saida-da-ferrari-pode-ser-fim-da-carreira-na-f1-para-massa/

Felipe Massa deixou claro nessa quinta-feira, em entrevista para a Globo, que uma possível saída da Ferrari, no final deste ano, por uma não renovação do atual contrato, deverá significar o fim da carreira do piloto brasileiro, de 32 anos de idade, na F1.
Massa

Mais uma vez, o piloto vive um momento delicado após acumular resultados ruins nas últimas corridas da temporada. O próprio piloto admitiu a situação desconfortável logo após o GP da Alemanha: “Já saí muitas vezes do buraco, tenho certeza de que mais uma vez vou sair”.
Nas últimas semanas aumentaram os rumores sobre pilotos que poderão substituir Felipe, no caso de uma substituição para 2014. Entre os candidatos estão: Jules Bianchi [Marussia], Paul di Resta [Force India] e, mais recentemente, até Nico Hülkenberg [Sauber].
O fim – “Eu quero continuar na F1, mas para competir. Não apenas para participar”, declarou Massa em Hungaroring, Budapeste, onde está para a disputa do GP da Hungria. “Se, por alguma razão, não puder permanecer na Ferrari, tentarei outra equipe”, seguiu.
“Mas se eu tiver chances apenas em equipes pequenas, não estou interessado”, afirmou o brasileiro.
Mais do que o desempenho apagado nas últimas etapas desse ano, o piloto brasileiro vive uma ‘crise’ maior na carreira. De acordo com reportagem do UOL Esporte, Felipe vive longa seca de vitórias na Fórmula 1. São 76 GPs sem frequentar o lugar mais alto do pódio. É o maior jejum de um piloto da Ferrari na história.

quarta-feira, julho 24, 2013

"A cidade do Rio de Janeiro está abandonada", diz Beatriz Segall após ferir o olho na calçada

http://celebridades.uol.com.br/noticias/redacao/2013/07/24/a-cidade-do-rio-de-janeiro-esta-abandonada-diz-beatriz-segall-apos-ferir-o-olho-na-calcada.htm

Do UOL, em São Paulo*

Beatriz Segall machucou o olho direito ao tropeçar em um buraco de uma calçada no Rio de Janeiro, no último domingo (21), e terá que ficar em casa pelos próximos 20 dias. O incidente ocorreu em frente ao Sesc Casa da Gávea, onde a atriz assistiria à peça "O Tempo e os Conways". Ao chegar ao teatro, ela tropeçou na calçada esburacada e bateu o rosto no chão. "A cidade do Rio de Janeiro está abandonada, muito suja", afirmou a atriz ao UOL.
A maioria das calçadas do Rio é composta por pedras portuguesas.
Beatriz, que completa 87 anos nesta quinta-feira (25), está em São Paulo impossibilitada de sair. "Fui ao oculista e, felizmente, não atingiu o globo ocular. Mas agora está bem pior, inchado e roxo. Não posso sair de casa, minha cara assusta todo mundo", disse a atriz.
Além de ter batido o rosto no chão e ferido o olho, Beatriz também ralou os joelhos e está com um dedo da mão "inutilizado". "Felizmente não estou com nenhum trabalho agendado". 
Após o incidente, Beatriz foi levada para uma clínica, onde tirou fotos de seu rosto. A atriz pretende entrar na Justiça contra a Prefeitura do Rio de Janeiro. "Ainda não quero falar sobre isso, mas provavelmente irei processar sim". 
A atriz é conhecida por ter eternizado uma das maiores vilãs da televisão brasileira, Odete Roitman, de "Vale Tudo" (1988). 
*Com reportagem de Amanda Serra.
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Veja bastidores de "Conversando com Mamãe", com Beatriz Segall e Herson Capri18 fotos

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A peça "Conversando com Mamãe" é dirigida por Susana Garcia, mulher de Capri, e está em cartaz no Teatro Folha às sextas (21h30); aos sábados (20h e 22h); e aos domingos (19h30). Os ingressos vão de R$ 50 a R$ 70. A temporada em SP vai até 18 de dezembro (7/9/11) Lenise Pinheiro/UOL

terça-feira, julho 23, 2013

Morre Djalma Santos, bicampeão mundial

http://www1.folha.uol.com.br/esporte/2013/07/1308021-morre-djalma-santos-bicampeao-mundial.shtml

23/07/2013 - 20h46


Morreu o ex-lateral direito Djalma Santos, bicampeão mundial e ídolo de Palmeiras, Portuguesa e Atlético-PR, aos 84 anos, em Uberaba (MG), nesta terça-feira.
O ex-jogador estava internado no hospital Doutor Helio Angotti desde o dia 1º de julho depois de apresentar um quadro de insuficiência respiratória e pneumonia. Pela tarde, o hospital tinha divulgado que o quadro era grave e que ele apresentava um comprometimento da função renal.

Djalma Santos

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Amaury - 4.out.1963/Folhapress
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Djalma Santos se equilibra para cabecear a bola durante treino do Palmeiras
Considerado um dos maiores laterais da história do futebol brasileiro, Djalma Santos nasceu em São Paulo em 27 de fevereiro de 1929. Brilhou na Portuguesa, Palmeiras e Atlético-PR.
Quando despontou na Portuguesa, no final dos anos 40, Djalma era conhecido apenas de Santos. Chegou a atuar como meio-médio, como um volante, mas foi na lateral direita onde explodiu.
Ele participou, com destaque, de três jogos do Brasil na Copa de 1954, na Suíça.
No Mundial de 1958, atuou apenas a partida final, na vaga de De Sordi, que não tinha condição de jogar. O Brasil venceu a Suécia por 5 a 2, e Djalma teve ótima atuação, o que fez ser apontado como um dos principais atletas do torneio.
No período em que esteve na Portuguesa, o clube conquistou dois títulos do prestigiado Torneio Rio-São Paulo, em 1952 e1955.
Djalma atuou pelo Palmeiras entre 1959 e 1968. Lá, pelo time, que ficou conhecido como "Academia", conquistou duas Taças Brasil (1960 e 1967), um torneio Roberto Gomes Pedrosa (1967), um Rio-São Paulo (1965) e três Paulistas (1959, 1963 e 1966).
Na Copa de 1962, ele brilhou novamente ao participar das seis partidas da campanha vitoriosa no Chile.
Djalma também defendeu a seleção brasileira na Copa da Inglaterra, em 1966, quando jogou duas vezes.
O atleta encerrou a sua passagem pelo Palmeiras com 498 partidas (295 vitórias, 105 empates e 98 derrotas).
Os dois últimos anos de sua carreira foram no Atlético-PR, clube por qual ganhou seu último título, o Paranaense, em 1970, aos 41 anos. Sua despedida da equipe aconteceu em um amistoso no dia 21 de janeiro de 1971.

Libertadores acaba com brasileiros irritados e pedindo mudanças

http://rodrigomattos.blogosfera.uol.com.br/2013/07/23/libertadores-acaba-com-brasileiros-irritados-e-pedindo-mudancas/

( Para seguir o blog no Twitter: @_rodrigomattos_ )
A Libertadores acabará nesta quarta-feira com os clubes brasileiros revoltados com a organização da competição feita pela Conmebol. São alvo de críticas premiações, arbitragem, condições precárias de estádios no exterior e critérios dos tribunais esportivos. É fato que muitos desses itens já geraram reclamações dos dirigentes nacionais anteriormente, mas o nível de irritação desta vez é generalizado e já se ouve discurso por mudanças imediatas no torneio.
Até o Atlético-MG, finalista, tem demonstrado nos bastidores estar contrariado com a confederação sul-americana. Seus dirigentes evitam críticas mais abertas antes da decisão, mas a verdade é que nenhum deles confia na Conmebol. O discurso interno é que a confederação tem outros interesses escusos que não o futebol.
São mencionados os erros de arbitragem contra o clube na semifinal da Libertadores, diante do Newells Old Boys, quando houve dois pênaltis não marcados a favor do time brasileiro. Outro item questionado, neste caso publicamente, foi a permissão de que o primeiro jogo da final fosse no Defensores Del Chaco, e o Independência tenha sido proibido. Lembre-se que o presidente do Galo, Alexandre Kalil, já foi visto como forte nos bastidores da Sul-Americana durante essa competição.
Outros clubes eliminados mais cedo também estão irritados. É o caso do Corinthians, também prejudicado pela arbitragem de Carlos Amarilla, no jogo contra o Boca Juniors. Mas a reclamação vai além do juiz.
Dirigentes corintianos consideraram muito baixa a premiação para o campeão da Recopa, que foi de US$ 100 mil, com US$ 200 mil pela participação na competição. Esse montante está abaixo até de uma bilheteria de jogo do Brasileiro da equipe. As cotas da Libertadores também são vistas como bem fracas, com US$ 5 milhões para um campeão, comparadas com o que o mercado brasileiro oferece.
A diretoria do Corintihans estuda conversar com outros clubes brasileiros e sul-americanos para criar um grupo comum, como acontece na Europa, para questionar as decisões da confederação sul-americana. Assim, existiria um fórum de discussão para tentar obter melhorias na competição.
“Um dia nós temos que fazer (um grupo que peça mudanças). Pela maneira como as coisas aconteceram com a gente”, explicou o gerente de futebol do Corinthians, Edu Gaspar. “Já passou da hora. Temos que fazer o quanto antes.”
“Tem que se criar uma estrutura de colegiado em que as decisões sejam tomadas de forma coletiva. Para que os clubes pudessem se posicionar sem ter o temor de haver uma retaliação”, completou o diretor executivo de futebol do Grêmio, Rui Costa.
Fato é que o cenário que sempre se desenhou de confronto entre os clubes brasileiros se intensificou nesta Libertadores. Os diversos problemas enfrentados e a guerra de poder dentro da Conmebol são as explicações para o azedamento das relações.

domingo, julho 21, 2013

NADA É IMPOSSÍVEL

O que define o “ídolo”? Como um indivíduo comum consegue se destacar do rebanho e passa a atrair o respeito e a admiração daqueles que acompanham suas peripécias?
Antoine Rizkallah Kanaan Filho tem uma resposta boa para essas perguntas: “Existem várias maneiras para você se tornar um ídolo. E acho que agora sou, pela minha personalidade, por tudo o que eu passei, pela minha história de vida”.
Ah, vocês não fazem ideia de quem seja o nobre Antoine e por que essa pessoa mereceu ter sido citada nestas bem traçadas? Pois saibam que ele é mais conhecido pelo seu “nome de guerra”: Tony Kanaan – “apenas” o último vencedor das 500 Milhas de Indianápolis. Um feito espetacular para esse grande piloto, que muito bem representa o Brasil na Fórmula Indy, e por uma série de razões.
Quase um mês atrás, Tony concedeu uma ótima entrevista ao site da Revista Warm Up. Está devidamente postada no meu blog, inclusive com o link da página original. Nessa conversa por telefone com os jornalistas Victor Martins (São Paulo) e Hugo Becker (de Guarulhos), ele falou a respeito das imensas dificuldades encontradas para disputar as 500 Milhas este ano, em razão da questão dos patrocínios; de sua mágoa com a equipe Andretti, que o dispensou em 2011 e dos seus planos para a eventualidade (nem um pouco remota) de não conseguir correr na Indy em 2014.
“Tem possibilidade de eu sair?”, pergunta durante o bate-papo e se encarrega da resposta: “Tem. Não é que eu esteja querendo sair. Mas o negócio é o seguinte: meu contrato está vencendo. Eu sou um piloto que está disposto a guiar para quem me oferecer um contrato. Estou muito bem onde eu estou. Estou com a equipe que eu construí. Hoje, tenho um grupo de pessoas que são os caras que eu realmente quero que trabalhem para mim. Só que a gente precisa arrumar o dinheiro. Se a equipe não arrumar o dinheiro, e acontecer de eu arrumar metade do orçamento e achar, de repente, uma outra equipe que tenha um pouco mais de grana, que quer me pegar porque eu ganhei e que tem a outra metade, vou ter que fazer uma avaliação disso”.
Diante de todas essas incertezas, apenas uma realidade não pode ser contestada: a vitória nas 500 Milhas o colocou em um patamar acima, em termos de importância para o automobilismo. Uma conquista maiúscula, pela qual será lembrado sempre que alguém se dispuser a contar a história do que acontece antes de maio chegar ao fim, no Indianapolis Motor Speedway.
Quanto à atual temporada da Fórmula Indy, Kanaan é o sexto colocado na classificação. Talvez não dê, no que resta de temporada, para superar Pagenaud, Andretti, Hunter-Reay, Dixon e o líder, Helio Castroneves.
Mas como se sabe, nada é impossível para quem acabou de se tornar lenda.


sexta-feira, julho 19, 2013

Hora de ler David Brin

http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed755_hora_de_ler_david_brin

Por Pedro Doria em 16/07/2013 na edição 755

Milhões de brasileiros espionados pelos EUA dá uma boa manchete. A notícia trazida pelos repórteres Glen Greenwald, Roberto Kaz e José Casado, que desde o domingo se desdobra cá nas páginas do Globo, tem alto impacto e é informação nova, da mais alta relevância. O governo brasileiro vai falar alto, o governo americano fará algum tipo de pedido de desculpas, e dificilmente algo mudará. Os americanos continuarão espionando a rede como provavelmente também o fazem China e Rússia e, se for muito competente, o governo brasileiro tentará iniciar um processo tecnicamente parecido. Se conseguir. Mas, assim como o sociólogo catalão Manuel Castells ajuda a compreender os protestos que assolaram o Brasil nas últimas semanas, o escritor de ficção científica americano David Brin dá uma boa base para entender a maneira como tecnologia interage com grandes empresas e a nossa privacidade.
A tese de Brin, que em 1998 lançou o livro The Transparent Society (A sociedade transparente, não traduzido no Brasil), é a de que o avanço tecnológico está nos levando a uma bifurcação na estrada da democracia. Teremos de optar por que caminho seguir. Em um, governos e grandes empresas terão o monopólio de uma quantidade imensa de informação a respeito de uns, outros e de nós. No outro, a sociedade transparente, tudo, o muito mais, será público.
Operadoras de cartão de crédito, assim como concessionárias de telefonia celular, já sabem muito sobre nossos hábitos. Para não falar sobre seguradoras de saúde. Hoje, fazem pouco com estas informações. Os mecanismos de cruzar dados e perceber padrões ainda são pouco sofisticados. Mas, com o tempo, se tornarão verdadeiros e nítidos retratos de quem somos, o que pensamos, por que fazemos. O governo, enquanto poder estabelecido, terá acesso a muito desta informação acumulada. Muito deste uso será legítimo. E muito será abusivo. Quando uma instituição sabe muito sobre você, ela tem poder enorme. A capacidade de botar preço alto em sua apólice de seguros é apenas a mais óbvia.
O antídoto proposto por Brin é uma experiência radical de Iluminismo, o movimento filosófico e político do século XVIII que inspirou as revoluções americana e francesa além de inspirar as democracias de hoje. Entre suas inúmeras brigas internas, o que os filosofes franceses, alemães, escoceses e tantos outros tinham em comum era o pragmatismo. E um dos traços mais claros do pragmatismo deles era sua crença em que mais informação gerava governos melhores. Em tempos de absolutismo, era uma proposição radical. Em alguns cantos, continua sendo.
Brin não acredita que governos deveriam ser proibidos de espionar. Tampouco que empresas deveriam ser impedidas de utilizar informação sobre seus clientes para fins comerciais. Ele apenas sugere que cidadãos e clientes deveriam saber o que está acontecendo. Deveriam ter também acesso a tecnologia que lhes permita saber quando estão sendo espiados.
A questão é pragmática. Hoje, governos e empresas, com base em inúmeros argumentos, operam em segredo. No caso de governos, o segredo de Estado é utilizado para proteger o legítimo e o incompetente, o necessário e o abusivo. Para manter algo secreto, não deveria bastar a um governo alegar o necessário segredo. Deveria ser obrigado a gastar muita lábia, publicamente, para conseguir o privilégio.
O risco é a criação de uma nova espécie de feudalismo. O capitalismo, quando poucos têm acesso a grandes segredos, é distorcido. O mercado só é livre na aparência. E, como senhores feudais, alguns poucos garantem o domínio sobre instituições. É inevitável, como sugeria Adam Smith, que para o mercado funcionar bem, a maior quantidade possível de compradores e vendedores deva ter amplo acesso a informação. É verdade para o mercado e é uma metáfora perfeita para a sociedade.
Big Data está chegando. Mais informações sobre todos nós estarão nas mãos de uns poucos grupos. Acontecerá. Se seus métodos forem transparentes, se tiverem de justificar como usam cada informação, a liberdade segue garantida. Se, no entanto, a cultura do segredo persistir, a democracia é que perderá.
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Pedro Doria é jornalista do Globo

quarta-feira, julho 17, 2013

COM POUCAS CHANCES NA INDY, BIA ESTUDA MUDAR DE CATEGORIA

http://tazio.uol.com.br/indy/com-poucas-chances-na-indy-bia-estuda-mudar-de-categoria

Mesmo com possibilidade de participar de outras provas da categoria este ano, piloto admite outras oportunidades


Bia Figueiredo (Carsten Horst)Bia Figueiredo (Carsten Horst)
Bia Figueiredo pode estar com seus dias contados na Indy. Faltando apenas três provas sem pilotos definidos pela Dale Coyne, a piloto admite que, apesar de existirem chances de correr em alguma delas, as possibilidades de ir para uma outra categoria estão sendo estudadas por ela.
A brasileira iniciou o campeonato deste ano sem um assento fixo na categoria, apenas com contrato para disputar as cinco primeiras etapas pelo time. Ela chegou a competir também nas corridas de Milwakee e Iowa, emprestando seu carro para Mike Conway e Pippa Mann nas outras oportunidades.
Em entrevista ao Tazio, a piloto declarou que, apesar das chances de entrar em um carro da categoria novamente este ano ainda exitirem, ela já está a procura de oportunidades em outros campeonatos. “Existem possibilidades de fazer mais provas na Indy ainda esse ano, como em outras provas também. Então está tudo em aberto para qualquer oportunidade”, disse.
“Já apareceram algumas possibilidades [em outras categorias], como outras também podem vir. O mais importante, e o que é o principal agora, é estar dentro de um carro de corrida trabalhando para estar o ano inteiro, e esse vai ser o nosso foco”, completou.
De todas as provas que disputou este ano, o melhor resultado que a brasileira conquistou foi um 14º lugar, na etapa de Long Beach. Ela ressaltou a dificuldade de obter bom desempenho quando não está correndo a temporada completa e por ter ficado tanto tempo afastada do monoposto.
“É difícil. Acho que ficar afastada afetou um pouco esse ano quando eu comecei, ficar longe do carro por oito meses, é um carro forte. Então a gente está trabalhando com gente nova, com muita força pra ter essa possibilidade de ter uma continuidade”.
“Acho que o mais importante agora é ter uma categoria que eu possa ter continuidade, porque aí sim eu posso começar a voltar a ter resultados positivos, que vinhamos conquistando até a Indy Lights”, afirmou.
Mesmo admitindo as especulações, Bia preferiu não revelar com quais categorias está negociando e explicou que ainda não tem nenhuma conversa mais concreta. “Acho que não tem nenhuma específica. Estamos abertos para todas as possibilidades que nos aparecerem”, concluiu a piloto.